É uma iniciativa do Instituto Mano Down voltada para a qualificação e ampliação do Programa de Habilitação e Reabilitação Social, com foco no atendimento socioassistencial de crianças e adolescentes com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais.
DADOS DO PROJETO
Nome do projeto: PROJETO CUIDAR E TRANSFORMAR
Instrumento Jurídico: Emenda Impositiva – Municipal – Belo Horizonte/MG
Nº do Instrumento Jurídico: 200269
Processo: 31.00831430/2025-46
Instituição: INSTITUTO MANO DOWN
CNPJ: 23.684.121/00001-03
ÓRGÃO: Município de Belo Horizonte/Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos Valor Inicial: R$ 379.657,00
Data da Assinatura/Início: 19/11/2025 Data da Termino: 19/11/2026
COMO FUNCIONA O PROJETO?
Atua por meio de intervenções pedagógicas integradas à Terapia Ocupacional, promovendo o desenvolvimento cognitivo, motor, sensorial, social e emocional.
A proposta inclui a ampliação da equipe técnica e a contratação de serviços terceirizados para garantir a qualidade e segurança dos atendimentos.
Os atendimentos são realizados em ambiente multiprofissional e acolhedor, respeitando as especificidades de cada indivíduo.
Atividades contempladas pelo Projeto
Atendimento semanal estruturado de pedagogia e terapia ocupacional para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos.
Organização e gestão de dados, agendamento de sessões e comunicação com famílias.
Manutenção dos espaços físicos com serviços de limpeza, conservação e controle de acesso (serviços gerais e portaria).
Articulação com a rede socioassistencial e intersetorial do território.
PARA QUEM É O PROJETO?
Crianças e adolescentes de 6 a 14 anos com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais.
Indiretamente, também beneficia adultos e idosos acompanhados pelo Instituto.
ETAPAS DO PROJETO:
Ampliação da equipe técnica: contratação de pedagogo, terapeuta ocupacional, estagiários e auxiliar administrativo.
Contratação de empresa terceirizada: para serviços gerais e portaria.
Realização dos atendimentos semanais: com foco em intervenção precoce.
Gestão e organização dos dados: para apoiar decisões pedagógicas e terapêuticas.
Manutenção dos ambientes: limpeza, segurança e acolhimento.
Articulação com a rede local: para fortalecer a inclusão e o acesso aos direitos.